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Neurite vestibular é primo da labirintite, mas com uma diferença que importa clinicamente: na neurite, a audição é poupada. Inflama o nervo vestibular, não o labirinto inteiro. Para o paciente em RJ, é a vertigem aguda intensa sem zumbido nem perda auditiva. Para o profissional treinado, são duas coisas que importam decisivamente: a janela curta de tratamento com corticoide nas primeiras setenta e duas horas, e a importância da fisioterapia precoce a partir do terceiro ao sétimo dia.
O quadro típico começa abruptamente. Em vinte e quatro a setenta e duas horas após uma virose, o paciente desperta com vertigem rotatória contínua e intensa, somada a náusea e vômitos repetidos. Não há sintomas auditivos associados. Sem tratamento adequado, a fase aguda dura cerca de uma semana, mas a instabilidade postural pode persistir por meses. Com tratamento correto, a recuperação é significativamente mais rápida e completa, conforme Strupp e colaboradores demonstraram em 1998 na Neurology. Sou Dr. Moacir Rodolfo Muruci, CREFITO 16513-F, especialista exclusivo em reabilitação vestibular.
Neurite vestibular é a inflamação do nervo vestibular, geralmente de causa viral. Diferentemente da labirintite, que afeta o labirinto inteiro (auditivo e vestibular), a neurite poupa a audição — preserva a cóclea. O quadro típico é vertigem rotatória aguda intensa de início súbito, durando dias, sem zumbido e sem perda auditiva associados.
O tratamento na fase aguda inclui corticoide oral em dose terapêutica, prescrito pelo médico, idealmente dentro da janela das primeiras setenta e duas horas. A partir do terceiro ao sétimo dia, início da fisioterapia vestibular precoce — protocolo de gaze stabilization, habituação progressiva, mobilização. O estudo de Strupp e colaboradores, publicado em 1998 na Neurology, é referência: pacientes que receberam fisioterapia precoce tiveram recuperação significativamente superior aos que apenas repousaram. Veja a reabilitação vestibular em detalhe.
A causa mais aceita da neurite vestibular é viral. Suspeita-se de reativação de vírus latentes (especialmente o herpes simples tipo 1, que tem afinidade pelos gânglios sensoriais) no nervo vestibular, gerando inflamação aguda. Em parcela dos casos há histórico claro de virose respiratória ou intestinal nas semanas anteriores; em outros, não há gatilho evidente identificável.
Diferente da labirintite, em que a inflamação atinge o labirinto inteiro (vestibular e auditivo), na neurite a inflamação se limita ao nervo vestibular — poupando a cóclea e, portanto, a audição. Por isso o quadro tem vertigem rotatória intensa mas sem zumbido nem perda auditiva. O tratamento padrão é corticoide oral em dose terapêutica nas primeiras setenta e duas horas (prescrito pelo médico) seguido de fisioterapia vestibular precoce — protocolo com evidência sólida desde o estudo de Strupp em 1998.
O quadro típico de neurite vestibular: vertigem rotatória aguda, intensa, de início súbito, durando dias contínuos. Não há zumbido nem perda auditiva — é o que diferencia da labirintite. Pode haver histórico de virose recente, embora nem sempre. A intensidade da vertigem é tal que o paciente fica de cama, vomita repetidamente, perde quilos em poucos dias por incapacidade de se alimentar.
Sem tratamento adequado, a fase aguda dura cerca de uma semana e depois evolui para fase subaguda, com instabilidade postural residual que pode durar semanas ou meses — especialmente quando não há fisioterapia precoce. Com tratamento (corticoide nas primeiras setenta e duas horas, fisioterapia a partir do terceiro dia), a recuperação é significativamente mais rápida e completa, conforme demonstrado em ensaios clínicos.

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Com fisioterapia precoce (entre terceiro e sétimo dia): quatro a oito semanas de recuperação completa em geral. Sem fisioterapia adequada, o desequilíbrio residual pode persistir por meses. Strupp (1998) mostrou recuperação significativamente superior com fisioterapia versus repouso.
Não. Neurite afeta apenas o nervo vestibular, sem componente auditivo. Labirintite afeta o labirinto inteiro, com zumbido e/ou perda auditiva. O tratamento agudo é parecido, mas o acompanhamento difere.
Fase aguda (primeiros sete dias): não. Segunda semana: trabalho remoto pode ser possível. Terceira e quarta semana: retorno gradual ao presencial conforme tolerância. Direção: apenas após compensação adequada, geralmente quatro a seis semanas.
A recorrência é menos comum que no VPPB — geralmente abaixo de dez por cento. O maior risco após neurite é a cronificação para PPPD quando a fisioterapia precoce não é feita adequadamente.

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A reabilitação vestibular ainda é uma especialidade rara no Brasil. Muitos profissionais tratam tontura e vertigem de forma genérica, sem o treinamento específico em manobras de reposicionamento, exame oculomotor e protocolos de habituação que essas condições exigem. A diferença no resultado é concreta: um VPPB mal diagnosticado vira meses de antivertiginoso sem efeito; um VPPB corretamente identificado resolve com uma manobra de poucos minutos.
Dedico minha prática integralmente à reabilitação vestibular há trinta anos. Quando você é atendido em sua região, está diante de alguém que vê esses quadros todos os dias — que reconhece o nistagmo característico de cada canal afetado, que distingue uma neurite de uma labirintite pela ausência ou presença de sintoma auditivo, que sabe quando a vertigem exige encaminhamento de emergência e quando resolve no próprio domicílio. O registro CREFITO 16513-F é a garantia formal dessa habilitação profissional.
Essa especialização exclusiva também muda a forma como conduzo o acompanhamento. Não entrego um protocolo padronizado igual para todos — desenho o programa conforme o seu diagnóstico funcional específico, ajusto conforme a sua resposta ao longo das semanas, e mantenho contato entre as sessões para apoiar a adesão aos exercícios, que é o fator que mais determina o resultado final. Para casos em que o atendimento presencial não é a melhor opção, ofereço a telerreabilitação estruturada, regulamentada pelo COFFITO, com a mesma qualidade clínica.
Escolher um especialista exclusivo não é detalhe — é a diferença entre tratar o sintoma e resolver a causa. É esse o compromisso que assumo com cada paciente, do diagnóstico preciso na primeira sessão até a alta com retorno pleno às suas atividades.
Para conversar sobre o seu caso e desenhar o programa adequado ao seu diagnóstico, entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99206-8007. Dr. Moacir Rodolfo Muruci, CREFITO 16513-F, fisioterapeuta especialista exclusivo em reabilitação vestibular, com trinta anos de prática dedicada integralmente a essa especialidade.
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