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Por Dr. Moacir Rodolfo Muruci — Fisioterapeuta especialista exclusivo em Reabilitação Vestibular, CREFITO 16513-F, trinta anos de prática. Atendimento presencial domiciliar em Barra da Tijuca e telerreabilitação para todo o Brasil. WhatsApp: (21) 99206-8007.
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A cena se repete tanto que reconheço pela primeira frase. A pessoa acordou, virou a cabeça na cama, e o quarto começou a girar por alguns segundos. Depois passou. Ao se abaixar, voltou. Ao deitar à noite, voltou. Em Barra da Tijuca, esse padrão leva meses até o diagnóstico certo quando poderia levar uma única avaliação. Quase sempre não é labirintite — é VPPB, a vertigem posicional paroxística benigna, e tem tratamento mecânico que resolve, em geral, na primeira sessão.
Sou Dr. Moacir Rodolfo Muruci, CREFITO 16513-F, fisioterapeuta especialista exclusivo em reabilitação vestibular, com trinta anos de prática dedicada integralmente a essa especialidade. Atendo presencialmente em domicílio em Barra da Tijuca e região. Nesta página explico o que é VPPB, como reconhecê-lo, por que tantos casos são confundidos com labirintite, e por que a Manobra de Epley é o tratamento de escolha — com evidência científica de grau A.
VPPB é a Vertigem Posicional Paroxística Benigna — a vertigem mecânica do ouvido interno. Otocônias (cristais de cálcio) que normalmente ficam no utrículo se deslocam para um canal semicircular, geralmente o posterior. A cada movimento da cabeça, deslizam dentro do canal e geram um falso sinal de rotação. É a causa mais comum de vertigem em adultos e idosos — trinta a cinquenta por cento dos casos.
Apesar das crises assustadoras, é benigno e tem tratamento mecânico simples. O guia completo de VPPB aprofunda a fisiopatologia e os subtipos por canal.
Ocorre quando otocônias se desprendem do utrículo e migram para um canal semicircular. Em quase metade dos casos não há causa identificável. Nos demais: trauma craniano leve, repouso prolongado, idade, deficiência de vitamina D, enxaqueca vestibular, osteoporose. O canal posterior responde por oitenta a oitenta e cinco por cento dos casos.
Fatores de risco: idade acima de cinquenta, sexo feminino, enxaqueca, osteoporose, diabetes, trauma prévio. Com vários fatores, tende a recorrer — daí a importância das medidas preventivas.
Vertigem rotatória breve, de segundos, ao mudar a posição da cabeça, com latência de cinco a quinze segundos. Gatilhos: deitar, levantar, virar na cama, abaixar, olhar para cima. Não há zumbido nem perda auditiva. Há náusea com frequência.
Muitos em Barra da Tijuca passam a evitar mexer a cabeça — o que gera medo do movimento e atrasa a recuperação. Tratado com a manobra correta, resolve em uma única sessão.

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Atender em domicílio não é só comodidade — é vantagem clínica concreta na reabilitação vestibular. Em crise de tontura, o deslocamento até a clínica é em si um fator de risco. Avaliar e tratar no ambiente onde a pessoa vive elimina esse risco e permite um exame mais fiel ao quadro real.
No domicílio, observo a altura da cama (importante para os cuidados pós-Epley), a iluminação dos corredores, os tapetes soltos, a presença de barras de apoio, a escada que o paciente evita. Cada detalhe entra no plano e na orientação de adaptação ambiental. Para o idoso, treino a família ou o cuidador no contexto real. Tudo isso, somado a trinta anos de prática exclusiva e ao registro CREFITO 16513-F, diferencia o atendimento — presencial domiciliar no Rio metropolitano e telerreabilitação para todo o Brasil.
Muitos pacientes me perguntam se podem continuar dirigindo durante o quadro. Enquanto a vertigem posicional estiver ativa e imprevisível, dirigir é arriscado, porque um episódio ao virar a cabeça no trânsito compromete o controle do veículo. Após a Manobra de Epley bem-sucedida e a confirmação da resolução, o retorno costuma ser seguro em poucos dias.
Outra dúvida é sobre exercícios e atividades diárias. Não há necessidade de repouso prolongado — a retomada gradual do movimento ajuda o cérebro a recalibrar. As únicas restrições temporárias, nas primeiras setenta e duas horas após a manobra, são evitar extensão cervical brusca e dormir com a cabeça ligeiramente elevada.
Há quem se preocupe se o VPPB pode evoluir para algo grave. É importante tranquilizar: o VPPB é benigno — não causa lesão cerebral, não evolui para AVC, não compromete a audição. O que ele pode fazer, se não tratado, é gerar quedas (especialmente em idosos) e um quadro secundário de ansiedade. Por isso o tratamento correto e precoce importa, mesmo sendo uma condição benigna. A avaliação especializada esclarece em uma única consulta qual é exatamente a sua situação.
A reabilitação vestibular ainda é uma especialidade rara no Brasil. Muitos profissionais tratam tontura e vertigem de forma genérica, sem o treinamento específico em manobras de reposicionamento, exame oculomotor e protocolos de habituação que essas condições exigem. A diferença no resultado é concreta: um VPPB mal diagnosticado vira meses de antivertiginoso sem efeito; um VPPB corretamente identificado resolve com uma manobra de cinco minutos.
Dedico minha prática integralmente à reabilitação vestibular há trinta anos. Isso significa que, quando você é atendido em Barra da Tijuca, está diante de alguém que vê esses quadros todos os dias — que reconhece o nistagmo característico de cada canal afetado, que distingue uma neurite de uma labirintite pela ausência ou presença de sintoma auditivo, que sabe quando a vertigem exige encaminhamento de emergência e quando resolve no próprio domicílio. O registro CREFITO 16513-F é a garantia formal dessa habilitação profissional.
Essa especialização exclusiva também muda a forma como conduzo o acompanhamento. Não entrego um protocolo padronizado igual para todos — desenho o programa conforme o seu diagnóstico funcional específico, ajusto conforme a sua resposta ao longo das semanas, e mantenho contato entre as sessões para apoiar a adesão aos exercícios, que é o fator que mais determina o resultado final. Para casos em que o atendimento presencial em Barra da Tijuca não é a melhor opção, ofereço a telerreabilitação estruturada, regulamentada pelo COFFITO, com a mesma qualidade clínica.
Escolher um especialista exclusivo não é detalhe — é a diferença entre tratar o sintoma e resolver a causa. É esse o compromisso que assumo com cada paciente, do diagnóstico preciso na primeira sessão até a alta com retorno pleno às suas atividades.
Em mais de setenta por cento dos casos, uma única sessão de Manobra de Epley resolve (Cochrane, 2019). Canal lateral, otocônias aderidas ou VPPB bilateral podem precisar de duas a três sessões.
A recorrência é de quinze a trinta por cento ao ano. Cada episódio é tratável com a mesma eficácia. Em deficientes de vitamina D, a suplementação reduz recidiva em vinte e quatro por cento.
Em geral não. O diagnóstico é clínico, por testes posicionais. Imagem só em sinais de alarme.
Atividades leves no mesmo dia, com restrições nas primeiras 48 a 72 horas.

Multivitamínico com vitamina D e B12 — cofatores para neuroplasticidade e prevenção de recidiva de VPPB.
Para avaliar o seu caso em Barra da Tijuca e desenhar o programa adequado ao seu diagnóstico, entre em contato pelo WhatsApp: (21) 99206-8007. Dr. Moacir Rodolfo Muruci, CREFITO 16513-F, especialista exclusivo em reabilitação vestibular, com atendimento presencial domiciliar em Barra da Tijuca e telerreabilitação para todo o Brasil.
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